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Quando nasce uma pessoa de nós...

por Mi ♥, em 02.12.13

é fascinante como alguém muda.


Mudam-se gostos, mudam-se atitudes, mudam-se pensamentos, mudam-se os corpos e mudam-se tanto as prioridades.

Hoje tenho tantos problemas. Tantas ervas daninhas que teimam em não ser arrancadas e que voltam para estragar, de novo, o nosso íntimo.

Mas nada disso me fez o coração parar ou a barriga contorcer-se de dor, ou até os olhos encherem-se de lágrimas, como ouvir-te chorar hoje.
No primeiro dia em que choraste ao deixar-te na creche. O primeiro dia em que te agarraste ao meu pescoço e não querias sair da segurança do meu colo. Logo tu que nem me dizes adeus noutros dias, que te apressas a ir ao encontro de brincadeiras e sorrisos e amigos pequeninos.
E hoje doeu-me. Doeu-me tanto deixar-te assim, a chamar por mim, a gritar pelo meu colo, pelo meu abraço e pelo meu beijinho milagroso que cura tudo.

 

Hoje amaldiçoei a minha vida. E não pelas razões "lógicas" aos outros. Só porque não pude, como queria, abraçar-te, beijar-te e assegurar-te que tudo ia ficar bem porque a mamã estava ali.

publicado às 13:23

Hiper activos ou sonhadores?

por Mi ♥, em 02.12.13

Li um artigo que me preocupou profundamente...

 

Não acredito que se deva exagerar a realidade e equiparar esta "droga" a outras como cocaína, mas que é preocupante a facilidade com que profissionais de saúde rotulam crianças que, lá está, são irrequietas, sonhadoras, que pensam e vivem "outside the box" como "doentes" hiper-activos que devem ser medicados.

 

Conheço alguns casos de perto e acho a situação assustadora. É assustador os pais que por apenas não saberem como gerir a energia do filho, se apressam em rotulá-la de doença que precisa ser medicada. E assim foi. E é verdade, o miúdo está, é, mais calmo agora. Mas também parece um personagem de Walking Dead. E é triste. Porque os pais acham que agora sim o "filhinho é bem comportado e podem levá-lo a um restaurante porque não têm vergonha que ele faça uma cena".

 

A M. também foi (é) uma criança difícil, nesses termos.

No primeiro dia de vida, ainda não tinha mais de 12h, quando o pediatra a virou de barriga para baixo, levantou a cabeça.

Aos 3 meses aquilo que mais gostava de fazer era estar e pé, no nosso colo, a saltitar!

Aos 6 meses começou a dar os primeiros passos, de mãos dadas connosco.

Aos 9 começou a aventurar-se no mundo em pé.

Ainda não tinha 10 quando começou a andar.

Agora aos 2, mantém a mesma energia, o mesmo vigor, a mesma sede de conhecimento e descoberta!

 

Também eu passei pela fase de pensar que ela seria hiper-activa. Até que um pediatra me disse que sim. Que ela era mesmo super-activa. Mas que isso não era uma doença que precisava de solução. Que a solução não passava por fármacos, mas que a única droga que poderíamos dar-lhe seria uma mistura de paciência, amor, carinho, compreensão e, principalmente, liberdade acompanhada. Liberdade para que ela pudesse provar, saborear o mundo, na sua avidez. Acompanhada e protegida pelos nossos braços.

 

Se íamos ao restaurante com ela? Não, não fomos tantas vezes como outros pais poderão ter ido. Se queríamos ir, tentávamos que ela ficasse com a avó, ou não íamos de todo. Para que tentar limitá-la a um ambiente que sabíamos a priori ser pequeno demais para contê-la, para conter a sua energia?

 

Tivemos que nos adaptar à "hiper-actividade" dela. E não adaptar a "hiper-actividade" dela à nós.

 

Mas muitas vezes a culpa nem é dos pais. Porque os pais têm dúvidas e precisam de ajuda, mesmo para compreender os seus próprios filhos. Eu tive a sorte de ser compreendida e apoiada. Tive a sorte que alguém me dissesse "é normal" antes de classificar a minha filha como "hiper-activa" ou "mal educada". Que alguém me fizesse entender que ela é apenas uma miúda com toneladas de energia, a viver num mundo em que se favorece o indoors em vez do outdoor, e os jogos de vídeos ou a TV, em vez de correr e saltar à corda. 

 

E ela é só uma criança que precisa de correr e saltar à corda. :)

 

 

 

 

 

publicado às 12:58

Moda masculina

por Mi ♥, em 28.11.13

Para o marido comprei esta camisa.

 

 

 

 

 

Gostam?

 

Se calhar teria preferido em dourado...

 

 

Anyway, acho que ele vai A-DO-RAR!!!

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publicado às 13:08

E para a pequena princesa, perguntam vocês?

por Mi ♥, em 27.11.13

Ahhh, mas a minha avidez em procurar indumentárias não é só para beneficiar o meu umbigo, não senhor!

 

O pequeno umbigo da minha princesa não me passa despercebido!

 

E vaidosa como ela se está a tornar, sempre a querer pôr batom, ver-se ao espelho, usar malinha no braço, pentear-se e pôr perfume, não se vai contentar com qualquer coisinha...

 

Até porque, sejam eles merecedores ou não que isso são outros tostões, será ela a estrela da festa right? ;)

 

Então, tendo em mente que o único requisito é enfiar-lhe uma faixa vermelha no vestido, já andei a ver 1001 opções...

 

Apesar de ter aqui opções super giras estou reticente em comprar-lhe o vestido online. Oui, eu sei, é uma miúda tem até mais facilidade em enquadrar-se nas medidas padrão, blá blá blá... Mas tenho medo que os tecidos não sejam da melhor qualidade e, se pra im pode ser uma coisa mais fanhosa e a cheirar a loja de chinês, para ela não. Então espero tirar daqui ideias e mandar fazer na costureira da familia dos noivos, que é quem está também a fazer o vestido de noiva e pode usar o mesmo tecido, por exemplo...
Acho que destes modelos, o meu preferido é o do meio, da última linha. E o vosso?

publicado às 14:37

Correcções ortográficas automáticas

por Mi ♥, em 27.11.13

Acabei de escrever numa mensagem de texto a palavra "sapatinhos" que o meu iPhones transformou em "sapatinhos-de-judeu"...

 

Alguém me explica o que raio de coisa semítica (ou anti-semítica - às tantas tenho um iHitler) é um sapatinho-de-judeu!?!?!

publicado às 13:56

Mais uma voltinha, mais um vestidinho!

por Mi ♥, em 27.11.13

 

Ready? Set... GO!

 

Parece que é assim que uma pessoa se sente na iminência dum casamento. Mesmo que não seja *aquele* casamento perfeito dos amigos perfeitos, nós queremos sempre estar no nosso melhor, right?! :)

 

E eu admito... Sou obcecada em "estar no meu melhor", seja para que casamento/evento for! Isso aliado à minha inabilidade de simplesmente escolher (!!! raios, sou a pessoa mais indecisa que conheço) e à ansiedade que corre nas minhas veias e cérebro nestes dias, deixam-me ávida na procura de vestidos e outras indumentárias tais!

 

Para "esvaziar" o cérebro e a alma passo horas (sim, shame on me, são literalmente hora no plural ao quadrado...) a ver vestidos, e mais vestidos, e vestidos rodados, e vestidos curtos e vestidos compridos, e vestidos com padrões e vestidos simples, e vestidos com rendas e mais vestidos, vestidos, vestidos, vestidos, vestidos, vestidoooos!!!

 

Estou a ficar louca.

 

Pleaseeee! Alguém que me ajude a fazer uma escolha, p'lo amor de Deus que já nem eu me aguento a mim própria!

 

Problema admitido, só falta delegar umas quatro ou cinco amigas para verem o word que eu fiz (opa, é verdade... fiz uma tabela com preços, links e ... FOTOS de todos os vestidos...shoot me now) e, claro está, a VOSSA ajuda!

 

Sei que andam por aqui, de vez em quando, uma ou duas alminhas com bom olho e bom gosto, so you, hey yeah you right there... PLEASE HELP!

 

Ficam as últimas "escolhas" (indecisões seria mais apropriado...)

 

Número 1

 


Número 2

 


Número 3

 

 

Número 4

 

 

Número 5

 

 

Número 6

 

 

Número 7

 

 

Número 8

 

 

Número 9

 

 

Número 10

 

 

Número 11

 

 

Número 12

 

 

Número 13

 

 

Número 14

 

 

Era qualquer coisa como isto que eu visualizava...

 

 

Talvez cm um pouco menos de rosas, um pouco menos de roda na saia, mas com aquela saia de tule por baixo!!! Assim, transformo um vestido para usar numa outra ocasião numa peça digna de cerimónia de casamento! 

 

So, tell me what's your favorite!?

publicado às 10:49

Sobre aqueles vídeos das crianças acerca das mães

por Mi ♥, em 26.11.13

Tu sabes, aqueles vídeos que andam a circular com os miúdos a dizerem o que acham das mães...!

É engraçado porque apesar de ter sido mãe, consigo identificar-me melhor com os miúdos naquele vídeo.

Imagino-me sentada naquelas cadeiras pequeninas de madeira envelhecida, com duas tranças a enquadrar-me a cara, um buraco onde nasceria o dente da frente. A declarar o meu amor, a minha paixão, pela que era, então, a mulher mais importante da minha vida.

Hoje, volvidos tantos anos, as tranças já desfeitas, o dente ocupou o seu espaço, a cadeira já não é suficiente para me conter. Mas o amor, a paixão cega é a mesma.

Paixão com tanto sofrimento.

Muitos que conhecem a minha alma por detrás da carne, a minha história, dizem que a minha mãe - o objecto da minha paixão cega - estragou a minha vida. É verdade. Foi irresponsável, usou algo que era só meu, e prejudicou não só a minha vida, mas a nossa vida a dois, minha e do R., e muito provavelmente a nossa vida a três também. Não o fez propositadamente mas, quando finalmente eu quis pôr um termo ao ciclo vicioso, ainda me qualificou de egoísta e ingrata. Pôs-me este peso de uma vida dorida de 50 anos, nas costas duma carcaça de 26...

Não raras vezes oiço "não sei como a perdoas", "não sei como consegues ter uma relação normal com ela", "não sei como ainda a amas"... E eu também não sei. Não sei explicar, só sentir.

Só sei sentir uma dor enorme, não só por mim, de auto-comiseração, mas por ela. Por saber que ela sabe que estragou a vida à própria filha. Saber como me sentiria se eu tivesse que sentir o mesmo. Sentir a dor de a ver nestas condições e subir tão alto só para descer tão baixo...

Quando ouvimos na boca de terceiros como o futuro é negro, não me doem tanto as minhas lágrimas quanto dói vê-la chorar a ela, que me despedaça em mil bocadinhos. Sinto que a culpa dessas lágrimas dela é minha e que o meu papel é ser forte para ajudá-la a suportar... E que tenho que calar a minha dor para poder dar voz à dela.

Calar a minha dor inocente.

Por isso quando vejo esses vídeos de filhos que amam os pais, consigo identificar-me mais do que com ser amada. Por enquanto. Porque o meu objectivo? Esse é nunca repetir os mesmos erros da minha mãe.Mas eu sei que cometerei outros. Por isso, quero fazer com que a M. me ame tanto como eu amo a minha mãe. Mais, é o que quero.

E vou viver a minha vida com o único propósito de dar-lhe mais e melhores razões para isso.

publicado às 09:34

Joker again!!!

por Mi ♥, em 22.11.13

Claro que isto só me podia acontecer a mim!

 

Fazer a depilação do buço (que palavra mais...aaah, linda!) com as mesmas bandas de cera de sempre e acontecer-me isto.

 

Não se vê bem? Deve ser da foto.

Acreditem, ao vivo vê-se bem esta minha figurinha... 

 

E claro, ter um evento todo o dia de amanhã. E não, não vai lá com bases. Esta foto já é com base E corrector.

 

OMG, só a mim, tudo a mim... So it is: Joker day again!!!

publicado às 13:43

o cão, o cão!!!

por Mi ♥, em 22.11.13

Estamos as duas no carro esta manhã quando, de repente, a M. começa a dizer "mamã, o cão!, o cão!!!"...

 

Olho lá para fora, à espera de ver o dito cujo, e nada.

 

"Não vejo o cão... Mariana, onde está o cão meu amor?"

 

"o cão, aqui!!! aqui!!!" e aponta para o rádio.

 

Estava esta música a dar.

 

Desatei-me a rir...

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publicado às 09:37

Bonito serviço

por Mi ♥, em 21.11.13

Achar que conseguia enfrentar o mau tempo, incluindo mini-tufão, fazendo malabarismo com uma miúda de dois anos em braços, uma mala de mulher, um saco de compras e um guarda-chuva dos grandes, tudo isto em cima de uns saltos de 10cm, só podia mesmo dar nisto.

 

 

Bem, ainda podia ter sido pior.

Podia ter sido em frente a uma sala cheia dos amiguinhos da tua filha, com a educadora a dizer-te adeus pela janela...

Podia ter sido pior, como já foi.

publicado às 16:19

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